CECGP

AMAPI – Associação dos Magistrados do Piauí também firma convênio para mestrado na Portucalense

CONVÊNIO AMAPI _ CECGP

A Associação dos Magistrados Piauienses – AMAPI, por força de
convênio celebrado com o Centro de Estudos Constitucionais e de Gestão
Pública (CECGP) está garantindo a oferta de 15 vagas para os
Magistrados associados da AMAPI  interessados em participar de nova
turma do Mestrado em Direito – Ciências Jurídico Políticas ofertado
pela Universidade Portucalense Infante D. Henrique – UPT (Porto,
Portugal), com início das aulas em junho de 2019. O convênio prevê
desconto de 20% em todas as mensalidades aos associados.

AULAS
               Com aulas presenciais e semipresenciais, o mestrado terá duração de
27 meses, dos quais dois semestres serão destinados aos seminários
preparatórios em Ciências Jurídico-Políticas, ministrados em São
Luís, às sextas-feiras (noite, a partir das 18h), sábado (manhã e
tarde) e domingo (manhã), um final de semana por mês. A defesa da
dissertação de mestrado será realizada na sede da Instituição, na
cidade do Porto, Portugal.

                 Os módulos presenciais terão duração de 20 horas de aulas cada um, e
mais 10 horas destinadas à pesquisa para elaboração de texto
dissertativo. Já os semipresenciais serão lecionados através da
plataforma online do aluno no sítio eletrônico da Portucalense.

                De acordo com o coordenador do CECGP, professor-doutor Sérgio Tamer, o
curso, com seis turmas em andamento e uma já concluída, proporciona o
estudo de temas jurídicos e políticos mais específicos, constituindo
uma resposta séria às novas exigências de um mercado de trabalho
aberto ao mundo.

INSCRIÇÕES
                 Para inscrições, informações sobre a programação do curso, valores
e grade de disciplinas, acesse o site do CECGP (www.cecgp.com) ou ligue
para 98279 5568 (Leonardo), (98) 3235-6467 (Geral), 98126 9912
(professor Sérgio Tamer – coordenador), 98204-6856 (Patrícia).

RECONHECIMENTO
                O reconhecimento do diploma será feito de acordo com a Resolução nº
3, de 22 de junho de 2016, do Ministério da Educação, que dispõe
sobre o reconhecimento de diplomas de pós-graduação stricto sensu
(mestrado e doutorado), expedidos por estabelecimentos estrangeiros de
ensino superior.

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